Isabel De Almeida, Portugal's National Honour
October 2026
Liberdade
Desde que acabou que respiro
Respiro por poder me mexer
Desde que saí que respiro
Respiro de alívio e posso crer!
Posso crer num futuro promissor
Posso ser o que eu sou sem a culpa
O presente é vivido sem a dor
Deixei para trás quem me julga!
Foram anos de sufoco infernais
Em vez de amor vi desprezo
Conflitos obsessivos de rivais
Porque uns se achavam realeza
Solidão, escravidão
Isolamento
Submissão, subjugação
Quebrar a mente
Ouço os passos em compasso
Miro o relógio a cada passo
Cada passo é calculado
Humilhação em qualquer lado
O sufoco foi bem presente
O presente já é diferente
Hoje respiro a liberdade
Já posso ouvir a minha vontade!
Score: 63.43 out of 100.
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